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	<description>Eu, sobre as coisas do meu cotidiano...</description>
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		<title>Onde encontrar Torrents? &#8211; Lista de Trackers</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 03:45:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Loges</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cenário do compartilhamento de arquivos na internet muda constantemente. Há anos atrás falávamos de KazaA, Gnutella, iMesh, Morpheus, cada um representando uma curta geração nas tecnologias de compartilhamento. Mais recentemente tivemos a rede eDonkey e com ela o eMule reinou absoluto, tanto pela qualidade do aplicativo cliente, quanto pela existência do enorme servidor Razorback. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68" class="wp-caption alignleft" style="width: 170px"><a href="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/emule.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-68" title="emule" src="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/emule-160x120.jpg" alt="emule" width="160" height="120" /></a><p class="wp-caption-text">Lista de downloads no eMule</p></div>
<p>O cenário do compartilhamento de arquivos na internet muda constantemente. Há anos atrás falávamos de KazaA, Gnutella, iMesh, Morpheus, cada um representando uma curta geração nas tecnologias de compartilhamento.</p>
<p>Mais recentemente tivemos a rede eDonkey e com ela o eMule reinou absoluto, tanto pela qualidade do aplicativo cliente, quanto pela existência do enorme servidor Razorback.</p>
<p>Bastou que este servidor saísse do ar e meses depois o eMule estava esquecido. A queda do maior índice de arquivos compartilhados, o surgimento de servidores falsos contendo malware e enviando spam aos usuários e a falta de arquivos indexados rapidamente derrubaram a popularidade desse sistema.</p>
<p>Todas essas mudanças nos trazem aos dias de hoje, onde no mundo do compartilhamento de arquivos quem reina é o BitTorrent. Explicando rapidamente, o protocolo BitTorrent permite a transferência de arquivos grandes de forma distribuida entre os usuários. Os arquivos transmitidos via BitTorrent são segmentados em pequenas partes, e estas pequenas partes permitem que o dowload de um arquivo seja feito a partir de várias fontes diferentes, representando uma pequena carga para cada participante. Atualmente estima-se que pelo menos 25% do tráfego da internet seja gerado por transferências em BitTorrent.</p>
<div id="attachment_69" class="wp-caption alignleft" style="width: 170px"><a href="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/piratebay1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-69" title="thepiratebay" src="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/piratebay1-160x120.jpg" alt="The Pirate Bay" width="160" height="120" /></a><p class="wp-caption-text">The Pirate Bay</p></div>
<p>E como não podia deixar de ser, logo firmou-se um gigante: O Tracker The Pirate Bay. Um tracker é um servidor que indexa os arquivos .torrent, responsáveis por indicar fontes de download para as partes do arquivo. O Tracker não armazena os dados de download, apenas indexa ponteiros que indicam onde encontrá-los&#8230; Mas isso bastou para que as agências reguladoras de questões de direitos autorais, associações de gravadoras e etc conseguissem desativar judicialmente os servidores do The Pirate Bay. Muitos retornos aconteceram, pois os servidores eram hospedados em países com legislação diferente, mas o fato é que após estes &#8220;ataques&#8221; o índice de arquivos não era mais o mesmo.</p>
<p>A boa notícia é que existem muitos Trackers, alguns maiores, outros menores, Trackers fechados onde é necessário convite/registro, Trackers dedicados a filmes, seriados, música&#8230;<br />
 Abaixo listo alguns dos Trackers que tenho usado atualmente. Pretendo manter esta lista atualizada:</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>VCDQ.com:</strong> <a href="http://www.vcdq.com" target="_blank">www.vcdq.com</a> É um Tracker especializado no lançamento de filmes e seriados. A existência de links para a capa do filme, a entrada correspondente no IMDB e notas para qualidade do video e audio dão boas informações antes mesmo que o download seja iniciado.</p>
<p><strong>TorrentTree:</strong> <a href="http://www.torrenttree.com/index.php" target="_blank">www.torrenttree.com</a> Tecnicamente não é um tracker, mas um indexador de trackers. Ao realizar uma busca no Torrent Tree a busca é realizada automaticamente em diversos trackers e os resultados condensados em uma única tela de resultados. Isso é muito bom para facilitar a comparação entre diferentes arquivos torrents ou a busca por arquivos menos populares.</p>
<p><strong>btjunie:</strong> <a href="http://btjunkie.org/" target="_blank">www.btjunkie.org</a> Afirma ser o maior indexador de torrents da atualidade. Possui mais de 5 milhões de arquivos indexados e adiciona em torno de 5 mil novos arquivos diariamente. Um dos pontos fortes do btjunkie é a diversidade do conteúdo e a possibilidade de buscar torrents populares entre as diferentes categorias.</p>
<p><strong>isoHunt:</strong> <a href="http://isohunt.com/" target="_blank">www.isoHunt.com</a> Indexa mais de 100.000 trackers com um sistema de busca bastante eficiente. Recebeu uma atualização recente que tornou sua interface muito rápida. Os resultados das buscas sempre são bastante relevantes, porém, não permite que comentários sejam adicionados aos torrents.</p>
<p>Gostaria de sugerir outro Tracker? Quais os seus hábitos no download de torrents? Compartilhe sua experiência nos comentários!!</p>
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		<title>Como Ciclar um Aquário Novo</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 02:02:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Loges</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquarismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Desde que comecei a escrever sobre aquarismo venho vinculando os assuntos com a minha experiência prática. Anteriormente citei os primeiros ítens adquiridos para um novo aquário e também como se deu a escolha das plantas. Não poderia falar de outro assunto agora se não sobre como começar um novo aquário. O processo inicial, após montar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_63" class="wp-caption alignleft" style="width: 170px"><a href="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/05122010131.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-63" title="Aquário ABYZ em 12.05.2010" src="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/05122010131-160x120.jpg" alt="Aquário em 12.05.2010" width="160" height="120" /></a><p class="wp-caption-text">Meu aquário no escritório em 12.05.2010</p></div>
<p>Desde que comecei a escrever sobre aquarismo venho vinculando os assuntos com a minha experiência prática. Anteriormente citei os primeiros ítens adquiridos para um <a href="http://www.loges.com.br/8/aquarismo-novo-aquario/">novo aquário</a> e também como se deu a <a href="http://www.loges.com.br/36/a-escolha-das-minhas-plantas/">escolha das plantas</a>.</p>
<p>Não poderia falar de outro assunto agora se não sobre como começar um novo aquário. O processo inicial, após montar o aquário com seus equipamentos, substrato e decoracão, exige paciência. É neste momento que adicionamos a água, que deve ser corretamente preparada, e então é necessário que uma série de bactérias desenvolvam-se antes que os peixes comecem a fazer parte do sistema.</p>
<p>Fica mais fácil conduzir esse processo e respeitar o tempo necessário para que ele ocorra se entendermos de fato como ele funciona.</p>
<p>Quando montamos um aquário novo adicionamos diversos ítens que irão interagir por toda a existência daquele conjunto. O material de fundo (o substrato, areia, pedras, cascalho, terra, etc), as plantas, os elementos filtrantes, a comida que é diariamente adicionada e é claro, os peixes, estarão constantemente realizando trocas. Uma parte delas é bem vísível: os peixes se alimentam, as plantas crescem, soltam folhas, os filtros passam a acumular material sólido, certas áreas do aquário começam a criar algas e assim por diante&#8230; Mas uma parte muito maior e importate dessa troca acontece, na maior parte do tempo, sem que possamos ver. É o ciclo do nitrogênio.</p>
<div id="attachment_62" class="wp-caption alignleft" style="width: 170px"><a href="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/aqua_cycle1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-62" title="Ciclo Nitrogênio" src="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/aqua_cycle1-160x160.jpg" alt="Ciclo Nitrogênio" width="160" height="160" /></a><p class="wp-caption-text">Ciclo do Nitrogênio</p></div>
<p>O Ciclo do Nitrogênio é o processo onde substâncias tóxicas aos peixes, como a amônia, são convertidas em substâncias menos tóxicas. Este processo ocorre na natureza e como o aquário é um mundo em miniatura, devemos prepará-lo para que nele este processo também seja viável. E no nosso caso, quem viabiliza este processo é um grupo específico de bactérias. Por isso, antes de adicionarmos peixes ao aquário, devemos criar um ambiente favorável ao aparecimento e fixação destas bactérias. Este processo leva alguns dias (ou talvez semanas), dependendo do método usado.</p>
<p>Devemos inicialmente adicionar uma pequena quantidade de matéria orgânica no aquário, que por sua vez irá se decompor e liberar amônia. Esta amônia serve de alimento para a pequena quantidade de bactérias já existentes na água. Providas de alimento, as bactérias irão se multiplicar e se fixar nas superfícies porosas (no substrato, nas pedras, nos elementos filtrantes e até mesmo na superfície do caule das plantas e vidros). Uma vez que existam bactérias suficientes, os níveis de amônia e outros compostos baixam e podemos considerar que a ciclagem do aquário está completa.</p>
<p>Existem diversos métodos para ciclar um aquário novo, alguns mais rápidos, outros mais lentos. Alguns indicam o uso de um único peixe &#8220;cobaia&#8221;, outros recomendam o aproveitamento de água já ciclada de um aquário antigo&#8230; Mas todos os métodos têm o mesmo objetivo: desenvolver colônias de bactérias. Explico abaixo os métodos mais conhecidos, e no final do artigo comento sobre minha experiência prática:</p>
<p><strong>Ciclagem com Peixe &#8220;Cobaia&#8221;:</strong> Este é o método mais tradicional, onde adicionamos um ou mais peixes pequenos e resistentes no aquário, para que estes forneçam o material orgânico necessário para a formação das colônias de bactérias. Após a adição dos peixes, devemos trocar 15% da água a cada dois dias, e manter este processo por uma semana. Neste ponto, devemos realizar os testes de amônia, nitritos e nitratos, que devem indicar um nível alto para amônia e talvez um pouco de nitritos. Isso indica que os peixes estão fornecendo o material orgânico necessário, e que já existem bactérias convertendo amônia em nitritos. Devemos manter o processo de ciclagem por mais 4 semanas, ou até que os níveis de amônia e nitrito tenham caído a zero. A partir de então podemos começar a adicionar os demais peixes ao aquário, nunca todos de uma só vez, pois isso causaria um novo desequilíbrio no ciclo, permitindo um aumento repentino na quantidade de amônia na água.</p>
<p>Este método é eficaz, mas considero lento e arriscado pois expõe alguns peixes a um ambiente hostil e pode provocar surtos de doenças no aquário antes mesmo que ele esteja completamente montado.</p>
<p><strong>Ciclagem sem Peixe:</strong> Neste método não adicionamos peixes, apenas as plantas e uma pequena quantidade de comida. Esta última irá se decompor e fornecer a amônia necessária para a formação das colônias de bactérias. Alguns aquaristas também usam amônia líquida (usada como produto de limpeza) no processo de ciclagem, mas eu considero este processo perigoso pois pode aumentar de forma muito brusca a quantidade de amônia disponível e, dependendo da qualidade do produto pode adicionar componentes químicos indesejáveis a água.</p>
<p>Iniciamos essa ciclagem adicionando algumas pitadas de comida em flocos ao aquário, processo que deve ser repetido diariamente. Note que devemos adicionar uma pequena quantidade a cada dia, evitando um possível descontrole nos níveis de amônia. Passada a primeira semana, podemos começar a acompanhar o nível de amônia na água. Caso seja maior que 5 ppm, devemos reduzir ou parar a adição de comida. Durante este processo de ciclagem, a água do aquário não deve ser trocada. Em até um mês o ciclo deve estar concluído e as medições de amônia e nitritos muito próximas de zero. Se a medição de nitratos acusar alta, trocas parciais de água (20%) devem ser realizadas diariamente até que a medição de nitratos esteja abaixo de 10ppm. Assim que estes parâmetros sejam alcançados, podemos iniciar a adição gradual dos peixes.</p>
<p><strong>Ciclagem usando água de um aquário antigo:</strong> Este é um dos métodos mais rápidos. Consiste em completar metade do tanque com água de um aquário já estabelecido e a outra metade com água nova. Desta forma, estaremos trazendo uma grande quantidade de bactérias já desenvolvidas, bem como quantidades aceitáveis de amônia, nitritos e nitratos. No caso de aquários com elemento filtrante removível (pelets de carvão ativado, filtros de esponja, etc) também pode ser interessante aproveitar o elemento filtrante de um aquário antigo no aquário novo. Devemos manter o aquário ciclando por 2 ou 3 dias, adicionando uma pitada de comida diariamente para fornecer às bactérias uma fonte de amônia. Se possível, realizar testes de amônia, nitritos e nitratos até que os valores de amônia e nitritos estejam próximos de zero. Em menos de uma semana seu aquário estará pronto para receber os novos peixes.</p>
<p>Este método é muito rápido e eficaz, porém, devemos ter cuidado ao escolher o aquário que servirá como matriz (fornecedor da água) pois além das bactérias benéficas podemos trazer algas, doenças ou compostos indesejáveis ao novo aquário.</p>
<p><strong>Ciclagem com acelerador biológico:</strong> Existem produtos para aquário que atuam acelerando o processo de ciclagem do aquário. Alguns produtos prometem conter bactérias vivas, outros, prometem fornecer componentes que favorecem o aparecimento das bactérias atuantes no ciclo do nitrogênio. Quando optamos por este método, devemos lembrar que não basta dosar o produto no aquário e considerá-lo ciclado. Mesmo que o produto realmente forneça bactérias vivas, devemos aguardar o tempo necessário para a fixação e formação de colônias, bem como a normalização dos parâmetros da água, pois só então poderemos contar com alguma estabilidade no sistema.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_30" class="wp-caption alignleft" style="width: 265px"><a href="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/041420100621.jpg"><img class="size-medium wp-image-30" title="04142010062" src="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/041420100621-255x191.jpg" alt="Aquário Ciclando sem Peixes" width="255" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Aquário Ciclando sem Peixes</p></div>
<p>Confesso que no passado desrespeitei diversas vezes o tempo necessário para ciclagem do aquário. Isso me custou alguns peixes, problemas com água turva, descontrole de algas, etc&#8230; Mas, a experiência acabou ensinando que este processo é sim muito importante e uma vez concluído, garante uma biologia consistente ao aquário.</p>
<p>No <a href="http://www.loges.com.br/8/aquarismo-novo-aquario/">último aquário que montei</a> (foto ao lado), usei o método de ciclagem sem peixes. O material orgânico foi fornecido pelas plantas e o tempo de ciclagem foi grande, praticamente um mês. Neste período acompanhei o surgimento de algas (indicando um aumento na quantidade de nitratos) mas que logo foi resolvido com as trocas parciais de água. Atualmente, apesar do reduzidíssimo tamanho do aquário, basta que eu faça trocas semanais de 40% da água com boa sifonagem do fundo para que a biologia se mantenha estável.</p>
<p>E você? Conhece algum método diferente de ciclagem? Compartilhe suas experiências nos comentários!</p>
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		<title>A escolha das minhas plantas</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 22:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Loges</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Seguindo a série de artigos sobre o novo aquário que montei ha alguns meses, falo agora sobre as plantas. Minha proposta inicial era a de um aquário de manutenção simples, até porque não teria tanto tempo disponível para grandes procedimentos. (Hoje faço trocas parciais de água toda sexta-feira, momento que elegí para podas da plantas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo a série de artigos sobre o novo aquário que montei ha alguns meses, falo agora sobre as plantas.<br />
 Minha proposta inicial era a de um aquário de manutenção simples, até porque não teria tanto tempo disponível para grandes procedimentos. (Hoje faço trocas parciais de água toda sexta-feira, momento que elegí para podas da plantas e pequenas alterações na decoração do aqua. Processo que leva de 1 a 2 horas.)</p>
<p>Consultando as lojas na região, optei por 3 espécies diferentes:</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_37" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/vallisneria_americana.jpg"><img class="size-full wp-image-37" title="vallisneria_americana" src="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/vallisneria_americana.jpg" alt="Vallisneria Americana" width="200" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Vallisneria Americana</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Vallisneria Americana:</strong> Planta original dos Estados Unidos, é muito comum em diversos tipos de aquário. Não depende de grande iluminação, é resistente e desenvolve-se rapidamente. Cresce até um palmo de comprimento aproximadamente.</p>
<p>No meu aquário, após 1 mês plantada já havia gerado um broto. A planta cria raízes profundas e espalha-se por meio de brotações em regiões vizinhas. Atualmente tenho tantos brotos novos que já perdí a conta. A poda deve ser feita preferencialmente pela base das folhas, mas confesso que isso nem sempre é possível, e não representa problema para a planta.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_38" class="wp-caption alignleft" style="width: 170px"><a href="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Cabomba_caroliniana.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-38" title="Cabomba_caroliniana" src="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Cabomba_caroliniana-160x213.jpg" alt="Cabomba Caroliniana" width="160" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Cabomba Caroliniana</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Cabomba Caroliniana:</strong> É tida como boa oxigenadora e pode ser plantada ou mantida em flutuação. Exige boa iluminação e nesta condição cresce muito rapidamente.</p>
<p>No meu aquário a Cabomba desenvolveu-se rapidamente, porém, sua fixação no substrato não é tão boa quanto a da Vallisneria. A planta tem tendência a procurar a superfície e por isso cria longos caules. No meu caso isso chegou a ser um problema devido ao pequeno espaço disponível, mas atualmente mantenho a planta apenas atrás da estrutura da torre da bomba submersa. As podas são constantes e é possível fazer pegar novos brotos enterrando pequenos pedaços da planta.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_39" class="wp-caption alignleft" style="width: 170px"><a href="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Bacopa_monniera.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-39" title="Bacopa_monniera" src="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Bacopa_monniera-160x213.jpg" alt="Bacopa Monniera" width="160" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Bacopa Monniera (?)</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Bacopa:</strong> Pra falar a verdade ainda tenho dúvida que a espécie presente no meu aquário seja realmente uma Bacopa Monniera. Suas características são muito parecidas, mas a minha apresenta o caule com coloração avermelhada.</p>
<p>Em breve devo atualizar este artigo com a variedade específica da minha Bacopa, afinal existem mais de 100!</p>
<p>Outra planta que se adaptou muito bem, criando uma verdadeira &#8220;floresta&#8221; com seus caules mais rígidos e folhas abundantes. Serviu muito bem como esconderijo para os filhotes de Platís que surgiam inesperadamente.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>
Como o plantio ocorreu juntamente da acomodação inicial do substrato (na montagem do aquário), este foi um processo simples. Como o aquário ainda não contava com peixes e tudo era novo, optei por aumentar bastante a iluminação (em torno de 18h por dia) por duas semanas. Neste período já pode perceber a preferência das plantas por &#8220;buscar&#8221; os pontos de maior luminosidade, e o quanto isso afetaria a disposição das mesmas no longo prazo.</p>
<p>Eu optei por manter meu aquário ciclando por um mês antes de adicionar qualquer peixe, período que as plantas tiveram para se fixar e adaptar, bem como ajudar na criação de certa qantidade de materia orgânico para as colônias de bactérias.</p>
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		<title>Aquarismo &#8211; Novo Aquário!</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 14:48:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Loges</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em Abril desse ano retomei um hobby antigo, o aquarismo. Meus primeiros contatos com aquários, peixes e toda a tralha envolvida foram ainda na infância. Guri de apartamento, como se diz, o aquário era o &#8220;brinquedo&#8221; perfeito para um espaço mais confinado. E o que era parte da decoração e responsabilidade do meu pai, foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Abril desse ano retomei um hobby antigo, o aquarismo.</p>
<p>Meus primeiros contatos com aquários, peixes e toda a tralha envolvida foram ainda na infância. Guri de apartamento, como se diz, o aquário era o &#8220;brinquedo&#8221; perfeito para um espaço mais confinado.</p>
<p>E o que era parte da decoração e responsabilidade do meu pai, foi cada vez mais ficando sob os meus cuidados. Este primeiro aquário, de 50 litros, foi mantido por muitos anos. Pra falar a verdade nem consigo lembrar de todas as espécies de peixes que passaram por ele, mas lembro que antes de desativá-lo tivemos um Oscar, que tratou de adiantar boa parte do processo de desmonte do aqua!</p>
<p>Depois de mais de uma década parado resolví instalar um aquário na minha mesa do trabalho. Sim! Um aquário no meu local de trabalho, por que não?</p>
<p>Comecei a pesquisar sobre o assunto. Vários fatores eram importantes, considerar o espaço reduzido, o período que eu teria para tratar peixes, água, plantas, o fato de eu passar alguns dias afastado (finais de semana, viagens, etc), o inverno gaúcho rigoroso que se aproximava&#8230; Tudo parecia um desafio.</p>
<p>A primeira etapa, escolher o tamanho do aquário, foi facilitada pelo fato de eu já ter em casa um aquário de 8 litros com a frente convexa. Este tamanho tão reduzido por sí só somava mais um desafio (menor o aquário, menor a estabilidade do sistema). Mas considerando o espaço disponível, parecia adequado.</p>
<p>Por experiências anteriores, sabia que deveria deixar o aquário ciclar por um bom tempo até poder adicionar os peixes. Por isso, comecei comprando o equipamento básico:</p>
<div id="attachment_24" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/placa1414torre.jpg"><img class="size-full wp-image-24" title="placafiltrobiologico" src="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/placa1414torre.jpg" alt="Placa Filtro Biológico" width="150" height="108" /></a><p class="wp-caption-text">Placa para filtro biológico</p></div>
<p><strong>O filtro biológico:</strong> O filtro biológico através de placas de fundo, abaixo do substrato, é o método mais simples de filtro. Porém, num aquário de tamanho reduzido e sem a possibilidade de um bastidor para equipamentos, me pareceu a opção mais adequada. Além disso, toda a minha experiência com aquários até então foi com este tipo de filtro.</p>
<p>De uma maneira resumida, o filtro biológico de fundo funciona em conjunto com uma bomba submersa ou com torres de aeração. O sistema força a passagem da água do aquário pelo substrato (cascalho ou areião). Neste processo ocorrem dois tipos de filtração: em uma primeira etapa, sólidos suspensos são depositados no substrato, clarificando a água. Por conseqüencia desses depósitos e do fluxo da água, formam-se colônias de bactérias neste substrato e nas placas biológicas. As colônias de bactérias são responsáveis por converter dejetos tóxicos provenientes dos peixes e da composição de materiais orgânicos em componentes menos tóxicos. Basicamente ocorre a conversão de amônia em nitritos e nitratos (sendo este último o menos tóxico para o aquário).</p>
<div id="attachment_25" class="wp-caption alignleft" style="width: 184px"><a href="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/bombasubmersa.jpg"><img class="size-full wp-image-25" title="bombasubmersa" src="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/bombasubmersa.jpg" alt="Bomba Submersa" width="174" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Bomba Submersa</p></div>
<p><strong>Bomba Submersa:</strong> Conforme citei anteriormente, a bomba submersa opera em conjunto com o filtro biológico (no meu tipo de setup). Além de forçar a passagem da água pelo substrato e pelas placas biológicas, a bomba submersa conta com um dispostivo que auxilia na oxigenação da água, adicionando na saída da bomba bolhas de ar captadas do ambiente por vácuo.</p>
<p>Devemos calcular a capacidade da bomba conforme o volume em litros do aquário. Para bombas de simples circulação de água a capacidade litros/hora não se faz tão importante, mas no meu caso, onde ela é responsável pelo funcionamento do filtro biológico, recomenda-se a escolha de uma bomba com uma vazão de 5 ou 10 vezes o volume do aquário (o que no meu caso não foi tão difícil&#8230;)</p>
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<div id="attachment_27" class="wp-caption alignleft" style="width: 208px"><a href="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/substrato.jpg"><img class="size-full wp-image-27" title="substrato" src="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/substrato.jpg" alt="Substrato Pedra Rolada" width="198" height="158" /></a><p class="wp-caption-text">Substrato de Pedra Rolada</p></div>
<p><strong>Substrato:</strong> Item que dá maior ambientação e realismo ao aquário, desempenha vários papéis importantes. O substrato serve de fixação para plantas, como filtro mecânico e biológico para aquários com placa de fundo (como por exemplo o meu), serve de esconderijo e reduz o stress dos peixes e é um ótimo local para a instalação de colônias de bactérias benéficas para o aqua.</p>
<p>A escolha do tipo de substrato deve ser feita pensando tanto no aspecto visual como na funcionalidade do aquário. A existência de plantas, a inclusão de placas de fundo, a necessidade de esconderijo dos peixes, são fatores a considerar. O mais comum é o uso de cascalho ou pedra rolada (imagem ao lado), e areião. No meu aquário, por exemplo, optei por areião (parte de baixo) coberta por cascalho. Passados alguns meses, parcebí que os peixes estão aos poucos invertendo a ordem do substrato. A minha Corydora e os meus Platis estão aprendendo a &#8220;fuçar&#8221; o fundo em busca de comida, o que é bom para evitar depósitos em excesso e a compactação da areia.</p>
<div id="attachment_28" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><a href="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/luminaria.jpg"><img class="size-full wp-image-28" title="luminaria" src="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/luminaria.jpg" alt="luminaria" width="180" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Luminária de Mesa</p></div>
<p><strong>Iluminação:</strong> Assim como a maioria dos equipamentos para aquário, a iluminação também cumpre o papel de simular o que ocorre na natureza. A necessidade de uma boa fonte de luz é importante para os peixes, afim de manter seus hábitos naturais, mas é indispensável para as plantas, que dependem dela para realizar o processo de fotossíntese (sua alimentação). Na fotossíntese, as plantas usam a energia luminosa para a síntese a partir do gás carbônico presente na água (CO2) e a própria água (H2O), resultando em glicose (CH2O), oxigênio (O2) e água (H2O).</p>
<p>O sistema de iluminação mais comum em aquários é através de fluorescentes. A temperatura alta de cor permite uma boa visualização dos peixes e suas cores, e a radiação UV residual geralmente é suficiente para fornecer energia suficiente as plantas. Existem vários cálculos referentes a quantidade de luz suficiente para a correta manutenção do aquário. Depois de pesquisar um pouco a respeito, considerei que usando uma lâmpada fluorescente, 1 watt por litro seria um valor razoável.<br />
 Existem sistemas mais complexos, com lâmpadas especiais e arranjos com diferentes tipos de luz, geralmente usados em aquários marinhos com presença de corais ou aquários muito plantados.<br />
 No meu caso, devido ao tamanho reduzido do aquário, optei por comprar uma luminária de mesa (foto ao lado) e dedicá-la a iluminação do aquário. Isso facilitou muito o acesso para manutenção (a haste articulada funciona muito bem) e permitiu a instalação simples de uma lâmpada fluorescente eletrônica.</p>
<p>Com os ítens acima iniciei o setup do aquário. A instalação das placas de fundo demandaram algumas adaptações, para melhor posicionamento da torre da bomba submersa. Evitei ao máximo o uso de colas ou qualquer tipo de produto químico, por isso usei presilhas plásticas para fixação das placas. Isso tudo escondido pelo substrato.</p>
<p>Também adicionei algumas plantas. Todos me diziam que isso seria um desafio muito grande para um aquário deste tamanho, mas passados 5 meses posso dizer que o sucesso com as plantas foi muito maior que o esperado, tanto que faço podas semanais! Falarei mais a respeito das plantas em artigos futuros.</p>
<p>Abaixo algumas fotos do aquário no dia da montagem inicial, 13/04/2010:</p>
<div id="attachment_30" class="wp-caption alignleft" style="width: 265px"><a href="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/041420100621.jpg"><img class="size-medium wp-image-30" title="04142010062" src="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/041420100621-255x191.jpg" alt="Aquario em 13.04.2010" width="255" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Montagem inicial, substrato com relevo.</p></div>
<div id="attachment_31" class="wp-caption alignleft" style="width: 265px"><a href="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/04142010061.jpg"><img class="size-medium wp-image-31" title="04142010061" src="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/04142010061-255x191.jpg" alt="Aquário em 13.04.2010" width="255" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhe da Iluminação</p></div>
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<div id="attachment_33" class="wp-caption alignleft" style="width: 265px"><a href="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/04142010060.jpg"><img class="size-medium wp-image-33" title="04142010060" src="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/04142010060-255x191.jpg" alt="Local original do Aquário" width="255" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Minha antiga mesa (hoje mudou) e o aquário.</p></div>
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<p>Os próximos artigos tratarão em detalhes dos outros aspectos da montagem do aquário, como a escolha das plantas, suas características, o tempo de ciclagem antes de adicionar os peixes, produtos usados para tratamento da água, etc&#8230;</p>
<p>Se você tiver alguma pergunta a respeito do setup do meu aqua ou estiver passando por um processo parecido, deixe um comentário abaixo!!</p>
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		<title>Recomeçando&#8230; Agora vai!?</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 23:03:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Loges</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de quase um ano sem atualizações no meu site achei que estava na hora de  retomar os trabalhos por aqui. O primeiro passo foi me atualizar em relação ao que havia mudado na WordPress pois saí da WordPress 2.8.4 para a atual WordPress 3.0.1. Neste aspecto, nada muito chocante, inclusive pude fazer um update [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/start-stop.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-21" title="engine-start" src="http://www.loges.com.br/wp-content/uploads/2010/08/start-stop-255x191.jpg" alt="engine start button" width="255" height="191" /></a>Depois de quase um ano sem atualizações no meu site achei que estava na hora de  retomar os trabalhos por aqui. O primeiro passo foi me atualizar em relação ao que havia mudado na WordPress pois saí da WordPress 2.8.4 para a atual WordPress 3.0.1. Neste aspecto, nada muito chocante, inclusive pude fazer um update a quente na minha antiga hospedagem. Aliás, este é um capítulo a parte, falarei sobre isso mais pra frente&#8230;</p>
<p>Enquanto estudava uma maneira de sacudir a poeira do antigo site e retomar as atualizações, acabei percebendo diversos problemas que muito provavelmente foram suficientes para me desmotivar no passado:</p>
<ul>
<li>A temática era muito limitada, apenas tecnologia da informação. Isso tornava escrever para o site um processo muito específico, e, às vezes, simplesmente faltava assunto.</li>
<li>Publicar um post demandava a criação de duas imagens diferentes, uma para banner e uma para thumbnail, ambas com tamanhos específicos. Muitas vezes eu simplesmente não encontrava tempo para isso.</li>
<li>Os artigos sempre demandavam pesquisa, preparação de texto, pesquisa, e mais texto&#8230; E quando eu publicava, acontecia algo novo (como nos artigos que eu escreví sobre vírus) e aí, mais texto! Então muitas vezes deixava de ser diversão.</li>
</ul>
<p>Considerando tudo isso decidí começar do zero. Teria sido simples importar o conteúdo já existente, mas isso daria um &#8220;lastro&#8221; de conteúdo antigo em formato antigo. Em vez disso, me preocupei em encontrar uma nova fórmula, mais simples e mais flexível. O primeiro passo para isso foi abrir portas para novos assuntos. A partir de agora falarei sobre todo o tipo de assunto ligado ao meu cotidiano. Isso envolverá com certeza tecnologia, afinal de contas trabalho nesse ramo, mas passam a fazer parte assuntos variados como aquarismo (hobby reativado recentemente), internet (do ponto de vista do conteúdo e não da tecnologia) e comentários variados sobre o que acontece.</p>
<p>A próxima etapa seria escolher um novo tema para a WordPress. O tema antigo, <a href="http://themasterplan.in/" target="_blank">The Morning After</a> além dos problemas que citei acima, se tornou um tema pago. Como a versão 3 da WordPress é relativamente recente, a oferta de temas específicos para essa versão, aproveitando todos os recursos, ainda era pequena. Mas, no terceiro dia de buscas e testes, encontrei o <a href="http://swiftthemes.com/" target="_blank">Swift</a>. Com o slogan &#8220;The Fastest Loading WordPress Themes&#8221;, apresenta um layout &#8220;magazine&#8221; que sempre me interessou. Outro ponto forte é a grande quantidade de opções. Praticamente todos os aspectos do tema podem ser ativados/desativados ou personalizados.</p>
<p>Mesmo assim, depois de instalar a WordPress e ativar o tema Swift, achei que faltavam alguns detalhes, por isso, trabalhei mais duas semanas personalizando alguns objetos do tema, imagens e o comportamento do sistema de menu da parte direita da <a href="http://www.loges.com.br/" target="_blank">Home</a>.</p>
<p>E por fim, quando tudo estava alinhado, surgiu a oportunidade de hospedar o site em um host brasileiro. Até então o site estava na <a href="http://www.freehostia.com" target="_blank">Freehostia</a>, uma empresa de hosting da California. Serviu bem para a primeira experiência com a WordPress, permitia um controle tradicional através do cPanel, limites razoáveis de armazenamento e tráfego, porém, não permitia que a WordPress fizesse acesso a conteúdo externo, o que impedia o funcionamento do antispam de Comentários (muito importante!) e a publicação automática em buscadores (indispensável!). Além disso, nos últimos tempos o site estava lento. Por tudo isso, aceitei a proposta de &#8220;sociedade&#8221; em uma conta de hosting na <a href="http://www.homehost.com.br" target="_blank">Home Host</a> feita por um colega de trabalho.</p>
<p>Cópia de banco de dados, backup de arquivos, uploads, troca de DNS&#8230; Mais uma semana de ajustes e tudo no ar novamente. Hospedado no Brasil, a navegação ficou mais rápida, o suporte facilitado e o antigo problema relacionado ao acesso a hosts externos ficou no passado.</p>
<p>E assim cheguei até aqui, com uma nova versão do <a href="http://www.loges.com.br/" target="_blank">www.loges.com.br</a> no ar e o desafio de manter um volume constante de atualizações.<br />
Alguma sugestão, crítica, ou mesmo problema detectado durante sua navegação? Conte para mim nos comentários!</p>
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